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Dr. Bumbum tem registro médico cassado em Goiás

Conselho Regional de Medicina publicou a ordem do Conselho Federal, que é válida em todo o país. Médico é acusado de matar paciente durante procedimento estético

Nacional

6 dias atrás
Foto: Reprodução/Instagram

O Conselho Regional de Medicina de Goiás (CRM-GO) publicou nesta segunda-feira (13) a cassação do registro do médico Denis Cesar Barros Furtado, conhecido por Dr. Bumbum. Ele é acusado de matar uma paciente durante um procedimento estético no Rio de Janeiro.

G1 entrou em contato, por e-mail e telefone, com a defesa do médico e aguarda retorno.

O pedido inicial de cassação do exercício profissional foi feito pelo CRM-DF e referendado pelo Conselho Federal de Medicina, em 24 de abril. Assim, segundo o CRM-GO, todos os conselhos regionais onde o médico é registrado são obrigados a publicar a decisão para deixar registrado que o médico perdeu o direito de exercer a medicina.

Morte de paciente

Lilian morreu horas depois de passar por um procedimento estético na casa do médico, na Barra da Tijuca, no dia 14 de julho de 2018. Segundo laudo do Instituto Médico Legal, a bancária morreu de embolia pulmonar, quando o fluxo sanguíneo do pulmão é interrompido.

O médico foi preso em 19 de julho de 2018, por causa da morte da bancária, junto com a mãe dele. Em depoimento à polícia, Denis admitiu que aplicou na paciente cerca de 300 ml de PMMA – um tipo de plástico líquido usado para preenchimento corporal. O produto tem uso permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas em pequenas quantidades.O que se sabe do caso do Dr. Bumbum, preso nesta quinta-feira com a mãe

Dr. Bumbum foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por homicídio. A mãe dele, Maria de Fátima, a então namorada, Renata Fernandes, e a empregada Rosilane Pereira da Silva também respondem por participar do procedimento. O G1 não conseguiu localizar a defesa delas.

A mãe médico ficou um mês presas. Já em 30 de janeiro de 2019, os desembargadores da 7ª Vara Criminal do Rio aceitaram, por unanimidade, pedido de habeas corpus feito pela defesa do médico. Assim, ele foi solto.

Fonte: Portal G1
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