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Jovem que vendia maconha “gourmet” pelo WhatsApp é preso na Asa Sul

PCDF chegou até ele após denúncia anônima. Entorpecente, consumido pela classe média, tem sabores de limão, framboesa, cereja e de chocolate

Regional

1 semana atrás

Investigadores da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) prenderam, nesta sexta-feira (8/2), um estudante de classe média que vendia a chamada maconha “gourmet” na Asa Sul. A droga era comercializada por meio de aplicativos como o WhatsApp. Pedro Henrique de Araújo Barros, 18 anos, foi detido em flagrante enquanto dormia, na quadra 306 Sul.

Na casa dele, os policiais encontraram maconha e algumas drogas mais sofisticadas. Segundo a polícia, ele tem varias passagens por tráfico quando quando ainda era menor. A polícia chegou até ele por meio de denúncias anônimas e descobriu que ele fazia ofertas de porções de maconha em grupos de aplicativo.

Os investigadores também apreenderam balança de precisão, dinheiro, uma máscara e várias porções com diferentes espécies de maconha geneticamente modificada.

Maconha gourmet
De olho no alto poder aquisitivo de usuários do Plano Piloto, Lago Sul e Lago Norte, traficantes do Distrito Federal passaram a apostar no tráfico de ervas geneticamente modificadas. As chamadas maconhas gourmet apresentam notas de limão, framboesa, cereja e de chocolate.

Investigações conduzidas pela Seção de Repressão às Drogas (SRD) da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) traçaram o perfil de compradores e de criminosos, além de terem identificado as principais variações que estão infestando festas na capital da República.

As apurações policiais apontaram que apenas um grupo seleto de usuários consegue acesso a esse tipo de maconha. Uma pequena porção chega a custar R$ 1,4 mil. Ao contrário do produto vendido nas ruas e em bocas de fumo, as substâncias gourmet são negociadas em rodas de amigos.

“Em quase 100% dos casos, quem vende e quem compra se conhecem. Portanto, eles acreditam que se trata de uma transação segura”, explica o delegado adjunto da 1ª DP, Ataliba Neto.

Os grupos de WhatsApp se tornaram território livre para os traficantes repassarem a oferta da maconha para colegas de faculdade e dos locais onde moram. Alguns criminosos chegam a expor uma espécie de cardápio com uma infinidade de ervas modificadas.

É o caso da Super Lemon Haze, criada em laboratório e apontada como a mais potente do mundo, com uma concentração de THC (tetraidrocanabinol) superior a 20% e sabor cítrico.

Fonte: Metrópoles
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