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Outros dois suspeitos de participar da morte de médica do HRT são presos

outros dois suspeitos de participar da morte de médica do HRT

Regional

5 dias atrás
médica Gabriela Rebelo Cunha, 44 anos, ex-funcionária do Hospital Regional de Taguatinga (HRT)

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nessa terça-feira (14/05/2019), outras duas pessoas acusadas de envolvimento no assassinato da médica Gabriela Rebelo Cunha, 44 anos, ex-funcionária do Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Em janeiro deste ano, o ex-motorista particular da vítima, Rafael Henrique Dutra da Silva, 32, já havia sido preso por latrocínio e ocultação do cadáver da servidora.

A Divisão de Repressão a Sequestros da PCDF concluiu o inquérito que investiga o crime e prendeu  os dois suspeitos: um cozinheiro e um desempregado. Eles cumprem mandados de prisão temporária.

O caso
De acordo com investigações da Polícia Civil, Gabriela Rabelo Cunha foi morta em 24 de outubro de 2018. O motorista particular da servidora teria assassinado a vítima para movimentar a conta bancária da médica. Ele teria levado a vítima ao HRT no período da manhã e, por volta de 12h, seguiu com ela até uma agência bancária em Sobradinho para que a mulher fizesse uma transferência.

No retorno a Taguatinga, ele parou o carro próximo a uma parada de ônibus alegando que estava ouvindo um barulho na roda. Nesse momento, um comparsa teria entrado no veículo e simulado um assalto.

Chegando a uma estrada de chão, próximo a Brazlândia, a médica foi morta por enforcamento e o corpo dela foi deixado no local. Durante dois meses, o acusado manteve contato com a família de Gabriela. O motorista da vítima se passava por ela em conversas pelo WhatsApp.

A PCDF informou que ele enviava mensagens levando os familiares a crer que a vítima estaria internada em uma clínica para tratar de problemas pessoais e retornaria no Natal. Como ela não apareceu, os parentes registraram ocorrência na 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga), que começou a investigar o caso. No período, o ex-motorista movimentou a conta bancária da servidora, que recebia salário mensal de R$ 17 mil. Ao todo, as transações chegaram a R$ 200 mil.

Após a prisão, o autor levou os policiais até o local do crime. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) constatou, por meio de análise comparativa de documentação odontológica, que o cadáver tratava-se de Gabriela. Nas diligências, os policiais encontraram na residência do autor inúmeros objetos da casa da vítima, cartões bancários e dois veículos da médica.

Fonte: REBECA BORGES / Metrópoles
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