Lula confessa que mentiu e enganou o povo para vencer as eleições

Com um rombo de mais 117,9 bilhões comunicado ao congresso pelo governo Dilma nas contas públicas é realmente incalculável, símbolo de irresponsabilidade fiscal, além disso, hoje o Brasil conta com mais de 2 milhões de desempregados. Esta é a única verdade dita pelo governo petista em puro desgoverno criando recessão, desemprego e instabilidade política.

O que chamou mesmo atenção no noticiário político nacional foi uma descarada declaração do ex-presidente Lula admitindo que a campanha eleitoral que elegeu Dilma no ano passado prometeu uma coisa e o governo fez outra, uma campanha baseada na mentira inescrupulosa para enganar o povo brasileiro.

“Nós tivemos um problema político sério, que nós ganhamos as eleições, sabe, com um discurso e, depois das eleições, sabe, nós tivemos que mudar o nosso discurso e fazer aquilo que nós dizíamos que não íamos fazer. Esse é um fato conhecido de 204 milhões de habitantes e conhecido pela nossa querida presidente Dilma Rousseff”, disse o ex-presidente.
Na Operação Zelotes, a Polícia Federal fez uma ação de busca e apreensão de materiais na LFT, empresa de marketing esportivo do filho mais novo do presidente Lula, Luís Cláudio da Silva. Ele vai ter que depor no dia 5 de novembro. Sobre isso, Lula deu um recado:

“Eu só queria que vocês não ficassem preocupados com esses problemas. Porque eu digo sempre: ninguém precisa ficar com pena. Porque se tem uma coisa que aprendi na vida é enfrentar a adversidade. Pode ter certeza disso. Se o objetivo é truncar qualquer perspectiva de futuro, sabe, então vão ser três anos de muita pancadaria, três anos. E pode ficar certo, eu vou sobreviver”, declarou ainda Lula.

A Revista Época desta semana apresenta mais uma grave denúncia contra o governador de Minas Fernando Pimentel/PT. Com o título “A fortuna suspeita das estrelas do PT”, relatório do conselho de controle e atividades financeiras o COAF, envolvendo movimentações milionárias, revelando que Lula, Pimentel, Antônio Palocci e a ex-ministra da casa civil de Lula e amiga de Dilma entre outros correligionários petistas, movimentaram nos últimos anos quase meio bilhão de reais com indício de irregularidades.


No caso específico do governador mineiro, o COAF identificou R$ 3,1 milhões em movimentações suspeitas. Numa das operações, Pimentel sacou R$ 150 mil numa agência bancário de Belo Horizonte. O saque, em dinheiro vivo, ocorreu dois meses após as eleições de 2014. Em outra, o petista fez aplicações no valor total de R$ 676 mil no mercado de seguros sem prestar informações sobre a origem dos recursos.
De acordo com a ÉPOCA, foram descobertas ainda movimentações suspeitas de duas empresas da família do governador mineiro, totalizando cerca de R$ 2,5 milhões. “As comunicações (do COAF), além de envolver saques em espécie de alto valor, foram registradas porque Pimentel apresentou resistência na apresentação de informações”, informa a matéria.

Campanha do PT ao governo de Minas está sub judice
Nunca é demais lembrar que a campanha de Fernando Pimentel ao governo de Minas sub judice, já que é alvo de investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, que já reuniram vários indícios de irregularidades, como a não contabilização de pelo menos R$ 10 milhões de reais.
A Operação Acrônimo, da Polícia Federal, também investiga o envolvimento de Pimentel e de sua esposa, Carolina Oliveira, em um esquema de corrupção no BNDES, no período em que o petista era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Em editorial, revista critica tentativa de Pimentel de calar repórter
A propósito dessas investigações, a revista ÉPOCA publicou também em seu portal um duro editorial, no qual critica o fato de Fernando Pimentel ter solicitado ao STJ a quebra de sigilo telefônico de um repórter do jornal O GLOBO que publicou reportagens com base em informações reveladas pela Operação Acrônimo, da Polícia Federal. Com o título “O direito de saber” e ilustrado com uma foto do governador mineiro, o editorial cita dois outros casos recentes, que tentaram cercear o direito de jornalistas de outros veículos de divulgarem informações de investigações feitas pela Polícia Federal.
Para a revista, nos três casos, “a intenção real é intimidar os jornalistas, anular a fonte e estancar a divulgação de histórias que os envolvidos gostariam de manter secretas”.  A publicação louva o fato de que, em todos eles, a Justiça preservo ou direito dos jornalistas de informarem e o direito dos cidadãos de saberem sobre eventuais malfeitos protagonizados por políticos. “A Justiça deve combater o desrespeito às normas que preservam a liberdade de atuação da imprensa no país (…) o direito dos cidadãos é um fardo com o qual os homens públicos têm de lidar”, conclui o editorial, num claro recado do governador petista, Fernando Pimentel.

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