Vídeo mostra últimos momentos antes da morte de policial em parada de ônibus no DF

O Metrópoles apurou que um dos envolvidos disse à polícia, durante depoimento, que Fernanda chamou a dupla para ajudar a solucionar um problema mecânico no carro

Imagens obtidas com exclusividade mostram a agente da Polícia Civil do Distrito Federal Fernanda Duarte França caminhando com dois homens na madrugada de terça-feira (24), na Vila do Sossego, região de Mestre D’Armas, em Planaltina (DF).

Em seguida, ela aparece sozinha e, logo depois, os mesmos homens surgem atrás dela. Em outro trecho, três suspeitos caminham pela rua. O corpo da policial foi encontrado horas depois em uma parada de ônibus na BR-020, a cerca de 200 metros do carro da vítima.

Três pessoas foram levadas à delegacia para prestar esclarecimentos, sendo dois maiores e um menor, apreendido por ato infracional análogo a furto do celular e da bateria do veículo. Uma terceira pessoa também foi conduzida por suspeita de receptação. As imagens devem auxiliar a investigação sobre as circunstâncias da morte, que ainda depende do laudo cadavérico para confirmação da causa.

Metrópoles apurou que um dos envolvidos disse à polícia, durante depoimento, que Fernanda chamou a dupla para ajudar a solucionar um problema mecânico no carro.

Pouco tempo depois, Fernanda aparece andando em uma rua (de calça e uma bolsa), no sentido contrário da dupla. Em seguida, eles vão atrás dela. Ela deixou o carro estacionado perto de uma academia pública.

Em outro ângulo, que mostra Fernanda atrás da parada de ônibus, é possível ver que ela vai até o ponto, anda de um lado para outro. Um homem aparece e depois sai.

As imagens são utilizadas para auxiliar a investigação da polícia, que ainda tenta elucidar as circunstâncias da morte de Fernanda.

Familiares foram ouvidos

Segundo o delegado Laércio Carvalho, da 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina) pessoas próximas à vítima foram ouvidas. Já prestaram depoimento o pai, a irmã e uma mulher que morava com a agente.

Familiares relataram à polícia que Fernanda estava em tratamento contra depressão, fazia uso de medicação e havia passado recentemente por uma separação.

Sem sinais de violência

De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal, não havia sinais aparentes de violência no corpo. Ainda assim, o delegado ressaltou que todas as circunstâncias estão sendo rigorosamente apuradas.

O corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), onde passa por uma série de exames periciais. O prazo para a conclusão do laudo é de até 30 dias.

Embora não tenham sido identificadas lesões externas, a perícia irá confirmar se há indícios de possíveis ferimentos internos.

Imagens:

Nascida em Goiânia (GO), ela foi nomeada para a PCDF em 4 de fevereiro de 2025 e estava lotada na Delegacia de Combate à Ocupação Irregular do Solo e aos Crimes contra a Ordem Urbanística e o Meio Ambiente (Dema/Cepema).

O carro dela estava a cerca de 200 metros de seu corpo. Dentro do veículo, policiais localizaram pertences pessoais da mulher.

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fonte:

Metrópoles

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