Morte de “Sicário” de Vorcaro segue envolta em mistério, mas PF prevê concluir caso este mês

Luiz Phillipi Mourão, o Sicário, teria atentado contra a própria vida dentro da carceragem da PF após ser preso na Compliance Zero

Sicário, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, espião de Vorcaro, tem morte encefálica em Belo Horizonte arte metrópoles 1

Belo Horizonte – Mais de um mês depois, a morte de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, o “Sicário” do banqueiro Daniel Vorcaro, segue envolta em mistério.

A família dele está cobrando informações sobre a causa morte, que não veio na certidão de óbito, e sobre a investigação em si. Já a Polícia Federal, que tinha o Sicário em sua carceragem quando ele supostamente atentou contra a própria vida, prevê concluir o inquérito sobre o caso ainda em abril, ou seja, nas próximas duas semanas.

Luiz Phillipi, apontado pela PF como uma espécie de faz-tudo de Vorcaro e responsável por intimidar inimigos dele, foi preso no mesmo dia que o dono do Banco Master, 4 de março, no âmbito da terceira fase da operação Compliance Zero. No mesmo dia, o Sicário teria usado a camiseta que usava para tentar tirar a própria vida.Play Video

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Ele foi levado para o Hospital João XXIII, em BH, pelo Samu, após tentativas de reanimação feitas por policiais federais. Sua morte foi atestada dois dias depois. A PF abriu inquérito e o IML periciou o corpo antes do sepultamento, mas nenhum resultado foi divulgado até agora.

A carceragem da PF tem câmeras e as imagens serão anexadas ao inquérito, que será enviado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). A PF tem divulgado o caso desde o primeiro momento como uma tentativa de suicídio e informado que socorreu o preso assim que os agentes perceberam a situação.

“Até o presente momento, a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal ainda não autorizaram o acesso da família, ou mesmo da defesa anteriormente constituída por Mourão, às imagens de segurança ou a qualquer fragmento dos autos do inquérito que apura os fatos. Do mesmo modo, o Instituto Médico Legal da Polícia Civil de Minas Gerais não disponibilizou à família conclusão oficial acerca da causa mortis”, reclamou a família de Luiz Phillipi, em nota divulgada por seus advogados nesta semana.

O que falta responder

A família está cobrando a divulgação do exame pericial, “o qual se espera seja apto a elucidar, com precisão técnica, a causa do falecimento, bem como da conclusão das investigações em curso, especialmente quanto aos acontecimentos ocorridos nas dependências da sede da Polícia Federal em Belo Horizonte”, diz a defesa.

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) registrou o sepultamento do Sicário quase um mês antes da data oficial de sua morte, e a certidão de óbito não informa a causa do falecimento, diz que está “aguardando exames”.

O erro da Prefeitura foi identificado pelo Metrópoles na coluna de Igor Gadelha. Segundo a reportagem, o sistema oficial de registro de sepultamentos da capital mineira (Sinec) indicava que o corpo de Luiz Phillipi havia sido enterrado no dia 8 de fevereiro de 2026, embora ele tenha morrido oficialmente em 6 de março de 2026.

A certidão de óbito, registrada no Cartório do 1º Subdistrito de Belo Horizonte em 7 de março, não menciona o motivo da morte — apenas indica que a causa está “aguardando exames”.

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fonte:

Metrópoles

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