PT tem nomes fortes à prefeitura de Goiânia

O PT terá nome próprio na eleição à prefeitura de Goiânia em 2016, avisa o presidente da sigla na Capital, deputado estadual Luis Cesar Bueno e Freitas. O dirigente informa que a legenda já possui quatro opções: Adriana Accorsi, Humberto Aidar, deputados estaduais, Edward Madureira, ex-reitor da UFG, e ele próprio. “Paulo Garcia, prefeito de Goiânia, está animado com a possibilidade de eleição do sucessor.”
O parlamentar relata que 80 obras estão em andamento na administração municipal e que Goiânia adotará um estilo de vida sustentável. Jeovalter Correia, secretário de Finanças do município, promove o equilíbrio orçamentário e financeiro, amplia a receita e permitirá a execução de um pacote de obras e serviços em parcerias com o governo federal, registra, animado.
O cardeal do Movimento PT afirma que faz parte também do centro da tática do PT, hoje, a reeleição do prefeito de Anápolis, João Gomes, a celebração de uma aliança com Maguito Vilela em Aparecida de Goiânia para 2016 e a recuperação econômica e financeira da administração de Goiânia para que a estrela vermelha chegue em junho do ano que vem com força.
O capa preta conta que a legenda pretende dobrar o número de prefeitos nas próximas eleições. O partido elegeu 17, em 2012, mas expulsou dois, em 2014, por infidelidade partidária, explica. A meta é pular de 30 para 60 o número de vices, ampliar a quantidade de vereadores e se consolidar, com a criação de diretórios municipais, em mais 80 cidades de Goiás, observa.
De linhagem social-democrata, ele critica o conceito de estado mínimo que supostamente teria inspirado a reforma administrativa do governo do Estado de Goiás, com Marconi Perillo (PSDB). Ele defende, porém, uma reengenharia do Paço Municipal para equilibrar as finanças públicas e promover a retomada das obras, serviços e programas do prefeito da Capital
O presidente do PT Estadual condena os ataques do senador Aécio Neves (PSDB-MG) tanto à presidente da República, Dilma Vana Rousseff Linhares, quanto ao ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante. O ex-inquilino do Palácio do Planalto Luiz Inácio Lula da Silva é o nome na-tural para 2018, adianta.
Animado, ele explica que em um governo de coalizão é preciso ceder espaços e rebaixar o programa. Joaquim Levy, homem de mercado, Kátia Abreu, porta-voz do agronegócio, e Nelson Barbosa, um pragmático, colaborarão de forma efetiva para o sucesso do segundo mandato de Dilma Rousseff e colocarão a economia e os gastos públicos nos trilhos, desabafa o petista.
A Prefeitura de Anápolis fará um ajuste em suas contas públicas, relata. João Gomes determinou um corte de 9% nas despesas e gastos das secretarias e unidades de governo, frisa. A gestão pretende ainda celebrar parcerias e convênios com os governos federal e estadual. Governo não faz oposição a go-verno, acredita. O foco é o atendimento ao cidadão, discursa. (DM)