150 agentes fazem vistoria contra o Aedes aegypti no trajeto da tocha olímpica

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A tocha olímpica só chegará a Brasília na terça-feira (3), mas a cidade já se prepara para receber o objeto simbólico do evento esportivo mundial. Nesta sexta-feira (29), 150 agentes da força-tarefa de combate aoAedes aegypti fizeram vistoria no trajeto do revezamento para identificar possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya. A operação começou às 9 horas e terminou às 18 horas.

Para o trabalho, foram escalados 90 militares do Corpo de Bombeiros e 60 agentes de vigilância ambiental, da Secretaria de Saúde. A corporação militar se concentrou no Plano Piloto, enquanto os servidores da pasta se dividiram também entre o Setor de Indústria e Abastecimento, o Riacho Fundo I e Taguatinga. Nas vistorias hoje, a força-tarefa encontrou dois focos de proliferação das larvas.

Na área central de Brasília, as equipes estiveram na Catedral, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, no Memorial JK, nos Palácios do Planalto e do Itamaraty, na Praça dos Três Poderes, na Igreja Nossa Senhora de Fátima — conhecida como igrejinha de Athos Bulcão, na 107 Sul. Também foi aplicado larvicida nos espelhos d’água da capital. Em Taguatinga, a equipe esteve na Praça do Relógio.

Em 3 de maio, 143 pessoas conduzirão a tocha olímpica em Brasília. Vinte e cinco delas foram indicadas pelo governo de Brasília entre atletas olímpicos (serão oito), universitários, do desporto escolar e militar e agentes das forças de segurança pública. A chama percorrerá 105 quilômetros por cinco regiões administrativas: Lago Sul, Plano Piloto, Riacho Fundo I, Setor de Indústria e Abastecimento e Taguatinga. A rota será feita a pé, de bicicleta, em rapel, em embarcações e a nado.

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