Sejus promove roda de conversa sobre Pró-Vítima no Gama

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus) apresentou à comunidade do Gama, nesta quarta-feira (25), o Pró-Vítima. O programa coordenado pela pasta presta atendimento a vítimas de violência. O encontro, feito na forma de debate, aconteceu na Igreja Presbiteriana Renovada do Setor Central.
O Pró-Vítima é ligado à Subsecretaria de Apoio às Vítimas de Violência (Subav), vinculada à pasta. São oito núcleos que prestam atendimento de forma presencial (Recanto das Emas, Itapoã, Paranoá, Guará, Planaltina, Ceilândia, Taguatinga e Plano Piloto).
“Também trabalhamos de forma remota, itinerante”, esclarece a secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani. De acordo com a gestora, qualquer cidadão poderá recorrer ao auxílio do Pró-Vitima, mesmo moradores de cidades onde não há um núcleo físico do programa instalado, como é o caso do Gama.
“O Pró-Vítima é um atendimento com assistentes sociais e psicólogos cuidando dessas pessoas [vítimas da violência]”, explica. Apesar do maior número de atendimento ser relacionados a ocorrências da Lei Maria da Penha, a iniciativa não é exclusiva para mulheres. “Nós cuidamos também de combater a violação dos direitos das crianças, de idosos. Um público a partir de seis anos de idade”, destaca.

O objetivo da roda de conversa foi, segundo Marcela, “trazer serviços disponíveis dentro da Secretaria de Justiça para o conhecimento da população”. “Nós trabalhamos com cidadania, que é acesso aos direitos e a gente trabalha para garantir os direitos para toda a população do Distrito Federal”, reforça a secretária.
Quando perguntada sobre denúncias de preconceito, Marcela reiterou que elas podem ser feitas via 156, com posterior encaminhamento a delegacias de polícia “Mas, toda a vez que a pessoa sofre qualquer tipo de violência, ela tem um abalo psicológico e pode ser atendida pelo Pró-Vítima com os psicólogos”, ressaltou.

O acompanhamento psicológico pode variar de acordo com o caso. “A pessoa começa num processo terapêutico que pode durar até 12 sessões, para que a gente consiga realmente restabelecer a dignidade e a integridade”, estima Marcela.















