Servidores da Saúde do DF anunciam paralisação para segunda (6/4)

Profissionais de psicologia, biomedicina, farmácia, entre outras categorias, buscam valorização salarial. Grupo se reunirá no Buriti

paralisacao

Representantes sindicais dos profissionais de farmácia, biomedicina e psicologia da saúde pública do Distrito Federal decidiram, em assembleia realizada nesta quarta-feira (1º/4), paralisar as atividades na próxima segunda-feira (6/4). O grupo luta por valorização salarial.

A mobilização inclui ainda profissionais da carreira GAPS (gestão e assistência pública à saúde), composta por técnicos de saúde bucal, laboratórios, radiologia, condutores de ambulância, áreas administrativas para pagamento e aquisição de insumos e medicamentos.

A deliberação foi feita pelos diretores das entidades sindicais que representam os servidores, Sindicato dos Técnicos e Auxiliares em Saúde Bucal do DF (SinttasbDF), Sindicato dos Tecnólogos, Técnicos e Auxiliares em Radiologia do DF (SinttarDF) e Associação dos Servidores Públicos da Secretaria de Saúde do DF (ASPSESDF), através do Movimento Unificado, assim como a da Associação dos Especialistas em Saúde Pública do Distrito Federal (AES-DF), os profissionais irão ao Palácio do Buriti na segunda-feira, a partir das 9h, para negociar melhorias às carreiras junto ao Governo do DF (GDF).

A assembleia que decidiu pela paralisação foi realizada na noite desta quarta, na sede da AES-DF, na Asa Norte (DF).

A expectativa é que mais de 3 mil profissionais, entre enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, odontólogos, entre outros profissionais, estejam presentes no ato em frente ao Buriti. O atendimento em hospitais e unidades básicas de saúde públicas do DF deve ser afetado durante a paralisação.

Segundo fontes da GAPS, as carreiras não têm reestruturação salarial desde 2008. O vice-presidente do Sindicato dos Farmacêuticos do DF (Sindifar-DF), João Eudes Filho, explica que “a luta por isonomia existe desde 2013. Algumas das carreiras têm um dos piores salários do país”.

O objetivo do grupo não é fazer greve, mas abrir negociações com o Executivo. “Queremos ser recebidos e ouvidos na segunda-feira”, conta João Eudes Filho. Caso o diálogo fique travado, cada categoria se reunirá junto aos seus representantes sindicais para decidir por novas paralisações.

De acordo com o vice-presidente do Sindifar-DF, o deputado distrital Jorge Vianna (Democrata) tem feito um elo entre os profissionais e o Legislativo. “Há um acordo para sermos atendidos pelo presidente da Câmara Legislativa (CLDF), Wellington Luiz (MDB), na segunda-feira”, comenta o vice-presidente do Sindifar-DF.

A mobilização inclui o Movimento Unificado pela Valorização da GAPS (Gestão e Assistência Pública à Saúde), que envolve três entidades representantes dos servidores – a Associação dos Servidores Públicos da Secretaria de Saúde do DF (ASPSESDF), o Sindicato dos Técnicos e Auxiliares em Saúde Bucal do DF (SinttasbDF) e o Sindicato dos Tecnólogos, Técnicos e Auxiliares em Radiologia do DF (Sinttar) -, que cobra o cumprimento de um acordo feito em fevereiro de 2025 sobre a questão salarial.

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fonte:

Metrópoles

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