Crise afetará Réveillon de Santos, que será mais ‘humilde’ nesta virada

A crise financeira que atinge o país vai deixar o Réveillon de Santos, no litoral de São Paulo, um pouco mais “humilde” em relação aos anos anteriores. As tradicionais tendas de verão que são instaladas na praia da cidade desde 1999 não serão montadas pela prefeitura nesta temporada.
De acordo com a Folha de S.Paulo, outra “vítima” da crise é a queima de fogos da festa da virada. Este ano serão 16 minutos de fogos de artifício, um minuto a menos do que na virada de 2015 para 2016. As balsas pirotécnicas também serão reduzidas de 12 para 10.
A prefeitura tenta ponderar o “passo atrás”. “O padrão de qualidade é o mesmo. A mesma empresa, o mesmo formato”, disse à Folha o prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB).
O impacto na festa de Réveillon de Santos é considerado porque a cidade tem a maior queima de fogos do Brasil, depois do Rio de Janeiro.
