Ex-secretário de Saúde novamente é alvo da Operação Genebra por mentir

Em mais um desdobramento da Operação Genebra, que apura irregularidades no pagamento de serviços não prestados em unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) no Distrito Federal, o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) e a Polícia Civil do DF cumprem, nesta quarta-feira (23/8), quatro mandados de busca e apreensão, um deles na casa do ex-secretário de Saúde Joaquim Carlos da Silva Barros Neto (foto de destaque), em Taguatinga, e dois de condução coercitiva contra os dirigentes da Cruz Vermelha nacional e estadual do Rio de Janeiro: Rosely Pimentel Sampaio e Luiz Alberto Lemos Sampaio.

Segundo as investigações, Joaquim Carlos da Silva Barros Neto teria mentido nas declarações prestadas à Delegacia de Divisão Especial de Repressão aos Crimes Contra a Administração Pública (Decap), quando foi levado a depor em junho deste ano, ao ser questionado sobre irregularidades nos contratos com a Cruz Vermelha de Petrópolis para prestação de serviços em duas unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) no DF em 2010.

Na ocasião, ele teria tido, segundo a polícia, que não tinha conhecimento das violações do estatuto da Cruz Vermelha. Porém, depoimentos de outras pessoas revelaram que ele teria sido informado da situação pelo próprio presidente da filial da entidade em Brasília antes da assinatura do contrato. Na avaliação dos investigadores, sabia, portanto, que o processo de contratação era “ilegítimo”.

fonte:

Metrópoles

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