O conselho de cultura do Gama foi eleito em alto estilo

Durante os dias 27 e 28 de maio no CEM 2, foi realizado o seminário que legitima as propostas  do movimento cultural da cidade. Na pauta, a proposta de maior relevância foi: o perfil do gerente de cultura. Durante todo o seminário esse assunto mereceu atenção redobrada uma vez que é assunto recorrente em todo o DF, pois o cargo que requer conhecimento artístico vem sendo usado como moeda de troca partidária, ou seja, cada administrador usa o cargo para contemplar os seus aliados sem a menor preocupação com a especificidade da matéria. Outro ponto importante foi a proposta de criação de uma agenda mínima a ser apresentada ao poder público para que o gestor possa desenvolver uma programação que contemple a participação dos artistas da cidade. Outra pauta polêmica diz respeito à ocupação de espaços ociosos existentes na administração pública. São espaços mantidos pelo governo com custo elevado, mas que são de difícil acesso por causa da burocracia. Esses espaços deverão ser mapeados e reivindicado a pauta de uso temporário pelos artistas para  desenvolvimento dos seus trabalhos.

Cento e seis pessoas votaram para eleger os novos conselheiros. São 7 vagas para representantes dos segmentos culturais e 1 vaga para a representação comunitária.

O seminário definiu a formação do novo Conselho Regional de Cultura do Gama:

SEGMENTO COMUNITÁRIO:

Israel Carvalho – 87 votos – ELEITO

SEGMENTO CULTURAL:

Amarildo Adriano – 74 votos – ELEITO

Ju Liana Pontes – 73 votos – ELEITA

Anderson Ananias – 71 votos – ELEITO

Jemima Tavares – 70 votos – ELEITA

Rui Perpétuo – 70 votos – ELEITO

Kátia Verônica – 66 votos – ELEITA

Geovane Batista – 66 votos – ELEITO

SUPLENTES:

Jéssica Tavares – 34 votos

João Breyer – 27 votos

Ricardo Pindura – 26 votos

 

ATRIBUIÇÕES

Os conselhos regionais estão previstos na Lei Orgânica do DF e as competências foram estabelecidas pela Lei nº 1.960, de 1998. Entre as atribuições estão dar suporte às administrações regionais, de forma consultiva, e propor, acompanhar e debater propostas para a valorização da arte e da cultura. A eles cabe, também, a função de definir normas e critérios para destinação, uso e administração dos espaços culturais e artísticos mantidos pelo governo.

fonte:

Gama Cidadão

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