Vídeo mostra momento em que homem que matou ex com chave de fenda é preso

Gedeon da Conceição assassinou a ex-companheira Deylilane Alves Santos Conceição, nessa 5ª, em frente a uma escola. Justiça manteve prisão

Testemunhas que presenciaram o feminicídio de Deylilane Alves Santos Conceição, 34 anos, na manhã desta quinta-feira (3/8), disseram à polícia que a vítima tentou se desvencilhar do ataque do ex-companheiro, Gedeon da Conceição, 37 anos, mas foi “golpeada por todos os lados”. A vítima foi assassinada com estocadas de chave de fenda logo após deixar o filho do casal em uma escola, em São Sebastião, no Distrito Federal.

O crime aconteceu por volta das 7h20. Conforme relatado à polícia, Gedeon se aproximou da vítima e passou a discutir com ela de forma “ríspida”. Pouco tempo depois, puxou a chave de fenda, que estava dentro de uma pochete, e atacou Deylilane.

Segundo testemunhas, a mulher tentou correr, mas foi puxada pela jaqueta e arremessada ao chão, de costas, momento em que recebeu o primeiro golpe, sucedido de diversos outros.

Veja o momento da prisão do assassino:

Gedeon da Conceição, 37 anos, preso na quinta-feira (3/4) por matar a ex-companheira Deylilane Alves Santos Conceição, 34 anos, com golpes de chave de fenda, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva na manhã desta sexta (4/8), após audiência de custódia.

O caso ocorreu em São Sebastião, no Distrito Federal. Momentos antes do ataque, a vítima tinha acabado de deixar o filho do casal na escola.

Pessoas que passavam pela região no momento contiveram o assassino até a chegada da polícia, que o algemou e o levou para a delegacia.

Segundo a juíza Monike de Araújo Cardoso Machado, responsável pelo caso, a prisão preventiva se faz necessária para o resguardo da ordem pública “ante a gravidade em concreto dos fatos”. “Trata-se de crime de feminicídio praticado contra a ex-companheira do autuado. Uma tragédia, sem precedentes”, disse a magistrada.

“O juiz natural da causa, inclusive, havia decretado a prisão preventiva do autuado, com receio de que o resultado morte acontecesse, pois o autuado descumpria as medidas protetivas fixadas. Infelizmente, não houve tempo para a prisão, e o pior aconteceu. O fato em análise indica extrema periculosidade e agressividade. Desse modo, não vislumbro que o autuado tenha condições de cumprir outras medidas cautelares diversas da prisão”, finalizou.

fonte:

Metrópoles

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