VÍDEO: câmera de vida selvagem flagra raro tigre com melanismo em parque da Índia

O curioso animal, que possui grandes manchas pretas, foi visto no parque Similipal Tiger Reserve, na região de Odisha

VÍDEO: câmera de vida selvagem flagra raro tigre com melanismo em parque da Índia
Raríssimo tigre com melanismo é flagrado em parque da Índia (Foto: Twitter/IfsSamrat/Reprodução)

Vídeo de um raríssimo tigre com melanismo (excesso de melanina, pigmento que deixa a pele escura), flagrado em um parque da Índia, foi compartilhado na última segunda (31/7) no Twitter e logo se tornou viral.

Nas imagens dá para ver que o felino, que possui o corpo cheio de manchas pretas, causadas pela produção descontrolada de melanina, parece arranhar as garras em uma árvore para, em seguida, sair de cena. O flagrante foi possível graças a uma câmera de vigilância da vida selvagem instalada no parque Similipal Tiger Reserve, que fica em Odisha, no leste da Índia.

O responsável por viralizar o vídeo é Ramesh Pandey, oficial do Serviço Florestal Indiano. No texto que acompanha a gravação no Twitter, Pandey diz: “Belo vídeo de armadilha fotográfica de um tigre com melanismo em Similipal Tiger Reserve, Odisha, o único lugar onde vemos tigres pretos por causa de mutações genéticas na população”.

Sobre o melanismo

Como explica o site especializado em ciência Bionity, o melanismo refere-se ao aumento da pigmentação preta ou quase preta na pele, penas ou pelos de um organismo, resultante da presença excessiva de melanina. É o oposto do albinismo, que ocorre devido à falta desse pigmento natural. “Em termos mais técnicos, trata-se do fenótipo [aparência física] no qual a pigmentação de um organismo é totalmente ou quase totalmente expressa”.

O melanismo é bem conhecido entre os felinos. Ele é associado a alterações no gene agouti, responsável por controlar as faixas pretas e claras na pelagem de animais. “Leopardos e onças com essa condição são frequentemente chamados de pantera negra. Embora pumas, que também são conhecidos como panteras, não tenham casos verificados de melanismo na espécie. Ao contrário dos leopardos, das onças, dos leões e dos tigres, que são membros do gênero Panthera”, diz o Bionity.

O melanismo chega a afetar 50% da população de leopardos na Malásia, no sudeste da Ásia. “No leopardo, o melanismo é devido a uma mutação genética recessiva, o que significa que dois leopardos malhados portadores do gene podem produzir filhotes pretos, mas só é garantido quando dois leopardos pretos se acasalam”.

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