Dino sobre Zema e a polêmica frente Sul-Sudeste: “Traidor da pátria”

Termo utilizado por Dino é alusão ao parlamentar Ulysses Guimarães, falecido em 1992, e presidente da Assembleia Nacional Constituinte

Oposição Flávio Dino PGR crimes durante entrevista ao Metrópoles, com fundo escuro, em estilo retrato - Metrópoles

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, criticou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo-MG), e o chamou de “traidor da pátria” no Twitter. A declaração ocorre após a veiculação de uma entrevista de Zema ao jornal Estado de S.Paulo, na qual ele defende a criação de uma frente Sul e Sudeste em resposta ao estados do Norte e Nordeste.

No post, o ministro afirma que é necessário um país unido e quem trai a Constituição também trai a pátria, em alusão ao parlamentar Ulysses Guimarães, falecido em 1992. Guimarães, que era o presidente da Assembleia Nacional Constituinte, foi um dos mais notórios políticos que lutaram contra a ditadura, em vigor no Brasil durante os anos de 1964 a 1985.

O governador mineiro Zema, por sua vez, respondeu as críticas que vêm sofrendo de diversas personalidades após a declaração na entrevista e afirmou que o objetivo não era diminuir outras regiões.

Entenda

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou em entrevista que era preciso parar de “julgar que só [as regiões] Sul e Sudeste são ricos e só eles têm que contribuir sem poder receber nada”, e defendeu a criação de uma frente regional, complementando que os demais governadores da região também querem mais protagonismo na política e economia.

O embate socioeconômico entre as unidades federativas sempre existiu, mas se intensificou nos últimos meses, após a aprovação da reforma tributária na Câmara dos Deputados, após 30 anos de debate. A temática dividiu as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste de um lado, que têm maioria no Senado Federal, e Sul e Sudeste, que têm maioria na Câmara, do outro.

É importante lembrar que após a aprovação de um projeto que teve tramitação iniciada na Câmara, o texto segue para o Senado, onde será analisado e votado. Se o projeto for alterado, ele retorna à Câmara e, então, segue para sanção ou veto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que terá 15 dias úteis para tomar a decisão.

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fonte:

Metrópoles

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