Educação descarta aulas híbridas; há três casos de excesso de alunos

A Secretaria de Educação descartou a retomada do ensino híbrido nas escolas públicas do Distrito Federal. A decisão foi tomada, mesmo com casos pontuais de salas de aula sem espaço físico para distanciamento social entre estudantes, medida recomendada para evitar o avanço da pandemia da Covid-19.

A pasta restabeleceu as aulas 100% presenciais na quarta-feira (3/11). No mesmo dia, o Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) organizou uma paralisação. O movimento fez com que 82 das 686 escolas da rede ficassem de portas fechadas, sem contar com a adesão parcial de educadores em outras unidades.

Após uma reunião na sede da pasta, a Secretaria de Educação informou que mapearia os colégios avaliar eventuais retornos pontuais do modelo hibrido.

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Na tarde desta quinta-feira (4/11), a pasta descartou completamente o regresso das aulas híbridas, alternando períodos presenciais e remotos. Segundo a secretaria, foram identificadas três escolas onde há superlotação de estudantes. Nelas, há turmas com 50 alunos matriculados, quando deveriam ter entre 32 e 38 estudantes.

As escolas com superlotação são: Escola Classe 52 de Taguatinga, Centro de Ensino Fundamental Bosque e Centro Educacional São Francisco, ambos de São Sebastião.

De acordo com a pasta, estuda-se a transferência dos alunos para outras unidades, onde há vagas sobrando ou a abertura de turmas extras nos próprios colégios.

Portaria
O Metrópoles questionou a Secretaria de Educação sobre as escolas sem espaço. Segundo a pasta, tratam-se de poucos casos. O governo prometeu que todos serão resolvidos pontualmente, como diz o artigo 7º da portaria publicada sexta-feira (29/10), para o regramento da volta das aulas 100% presenciais.

fonte:

metrópoles

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